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O Artífice, uma bolsa pra chamar de minha (pra sempre)

28 jul

Há tempos procuro uma bolsa legal para o dia-a-dia, mas isso costuma ser muito difícil. Uma bolsa legal tem que ter um tamanho nem grande nem pequeno, uma cor linda-vai-com-tudo-maravilhosa, um material resistente, um acabamento bem feito e claro, ser bem bonita.

bolsa alexa

É um modelo inspirado na famosa Alexa, da Mulberry, mas está bem longe de ser uma réplica

Quando a gente se apega a uma bolsa ela vira tipo, companheira da vida, por isso eu me desfiz de MUITAS bolsas meia-boca que tinha e saí em busca de uma que fosse realmente virar minha amiga de todas as horas.

Nesta busca encontrei o ateliê O Artífice. Eles fazem bolsas de couro com um capricho de outro mundo e oferecem muitas opções de modelos, tamanhos e cores! Sim, bolsas de couro em muitas muitas muitas cores!

Escolhi um modelo pelo site e enviei mil perguntas. A Sônia me atendeu com muita paciência (sim, eu sou bem chatinha) e respondeu todas as minhas dúvidas. Sendo assim, decidi que minha bolsa-pra-vida seria um modelo carteiro toda em couro na cor caramelo.

Por dentro ela tem um forro de estampa floral e um bolsinho. Atrás também tem um bolso com zíper

Por dentro ela tem um forro de estampa floral e um bolsinho. Atrás também tem um bolso com zíper

Eu já tive duas bolsas exatamente deste modelo em material sintético que eu usei até acabar. Então pensei que, se eu tivesse uma de couro, que vai durar a minha vida inteira e mais a vida das próximas gerações da família, seria um bom investimento.

Sendo assim, encomendei minha bolsa. Como eles são um ateliê que fazem peça por peça com bastante carinho, demora um pouquinho para ficar pronta. Depois que comprei e paguei, levou uns dez dias para ela ser enviada pelo Correio. Quando chegou, não era bem o que eu esperava =( achei a bolsa grande demais.

Gente, bateu aquele desespero! “E agora, o que eu faço?”.. Entrei em contato com o pessoal do ateliê e eles prontamente me atenderam e me tranquilizaram. Mesmo sendo uma peça exclusiva, eles fazem a troca se o cliente não gostar.

Então eu enviei minha bolsa de volta, na mesma caixa, sem ter tirado a etiqueta nem nada e alguns dias depois eles me enviaram uma nova bolsa, feita com o couro da mesma cor, porém menor. Foi amor puro, amor eterno, amor verdadeiro. Minha bolsa carteiro é simplesmente linda e eu estou usando todos os dias com um sorriso de orelha a orelha.

Como o modelo menor era um pouco mais barato, eles usaram parte do dinheiro que sobrou para pagar o segundo frete e depositaram o restante na minha conta. Pronto, problema resolvido.

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A vantagem de comprar uma bolsa de couro, que vai durar bastante, e combinar com o que você já tem e já gosta é que a chance de você se tornar uma escrava da onda de it-bags é bem menor. Sério, já deu dessa história de a cada 6 meses existir uma “bola que tem que ter”. Na boa. Sei que este modelo escolhido por mim é “obsoleto” no mundo das it-bags. Mas quem, com uma vida real se importa?! Será minha bolsa companheira sim ❤

Esta lindeza não custou barato. Mas também não foi caro. Façamos as contas: uma bolsa de material sintético baratinha custa pelo menos 100 reais. Uma mais “cool” custa de 150 pra cima. O material sintético apesar de ter suas vantagens, não é durável. Já joguei muitas bolsas fora porque elas simplesmente se desintegraram. Esta bolsa custou 350 reais. Tenho uma bolsa de couro que foi da minha avó, depois da minha mãe e agora é minha e ela está em perfeito estado. Ou melhor, quanto mais com cara de usada ela fica, mais bonita.

Sendo assim, eu paguei por esta bolsa o equivalente há 2, no máximo 3 bolsas de material sintético e sim, se eu gostar dela pra sempre, poderei usar pra sempre, desde que cuide bem. Então, no fim das contas, acho que valeu muito o investimento.

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Sei que existem muitas opções de lojas que oferecem zilhões de modelos de bolsas de couro a pronta entrega. Mas, sinceramente, eu nunca gostei de nenhum modelo dessas “grandes marcas” nacionais. E simplesmente me encantei pelas opções do ateliê O Artífice. Gostei muito de “participar do processo de criação” escolhendo o tamanho e a cor. Sei que todo mundo pode ir lá e escolher uma bolsa idêntica à minha, mas eles produzem poucas peças, uma a uma, não tem uma larga escala de produção, isso dá uma sensação de exclusividade.

Além do mais, quando a gente compra de produtores menores, incentiva a produção local, movimenta a economia interna e fortalece o desenvolvimento nacional. É só vantagem!

Se você estiver a procura de uma bolsa de couro para ser sua companheira da vida, O Artífice pode ser uma excelente alternativa! Vai lá na loja online.

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Lolly in the sky, amor dentro de um vidrinho

23 jul

Quanto amor cabe dentro de um vidrinho? Se depender da Lolly in the sky, todo amor do mundo ❤

Colar dente de leão <3

Colar dente de leão ❤

A Lolly in the sky é uma marca de bijuterias fofas que “enquadra” plantinhas em vidrinhos. A Ju, dona e idealizadora da marca é bióloga e sabe tudo sobre conservar plantas. Com estas técnicas, ela faz um tratamento todo especial para transformar raminhos bonitos em pingentes lindos.

Mini buquê de gipso

Mini buquê de gipso

Imagine só ter uma plantinha num colar?! Desde que vi pela primeira vez fiquei completamente encantada e tive que me controlar para não acabar com a Mata Atlântica <o>

Tenho duas plantinhas, um dente de leão e um mini buquê de gipso. Além dos colares de plantinhas, a Ju também faz relicários lindos e outras peças temáticas. Eu tenho um colarzinho de tsuru que é puro amor.

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São bijuterias, mas de um material realmente muito bom. Minha peça mais antiga da marca é o colar de tsuru, uso praticamente todos os dias e até agora não aconteceu nada de “errado” com ele. A “prata” nao desbotou, nem ficou com manchinhas, está perfeito.

Os meus colares eu comprei todos na Endossa do Centro Cultural São Paulo, mas se você não mora na capital paulista, nem tem viagem marcada pra cá, o jeito é comprar pela loja virtual! Vivaaa! todoscomemora!

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Juro gente, não é publi, é amor mesmo. Os colares da Lolly são uma lindeza sem fim, desses que quando a gente usa todo mundo pergunta.

 

Enjoei! E tô vendendo!

14 jun

Comadres, há tempos venho me “aprofundando” nessa história de “moda slow”. O que é isso? É comprar menos e comprar melhor. Lógico que vou continuar usando as “tendências”. Mas esse não pode ser o foco da vida. Acredito que há coisas que compramos “pra sempre” e outras que compramos para usar um certo tempo.

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E pensando nisso, resolvi me desapegar de algumas coisas que não uso mais. Não uso por diversos motivos: comprei pela internet e não serviu; deixei de gostar (às vezes acontece, né?); comprei outra coisa parecida… enfim, são muitos motivos que me levaram a montar uma lojinha no Enjoei! (Aplausos! viva! Viva! Todos comemora! Aaeeee! É festa!)

O Enjoei é um site onde as pessoas podem comprar ou vender coisas. Basta criar uma conta e começar a usar, tanto para um fim, quanto para o outro. Tenho a lojinha há alguns meses e só tenho tido boas experiências. Me dá muita alegria saber que as minhas coisas vão encontrar novos lares e fazer outras pessoas felizes. Enche o coração de alegria quando alguém compra alguma coisa e depois me manda uma foto pra eu ver como ficou. É um novo significado para uma coisa que já fez alguém feliz um dia.

Esse trio maravilhoso de batons você encontra lá!

Esse trio maravilhoso de batons você encontra lá!

Isso ajuda nosso bolso (pq né, comprar de segunda mão é mais baratinho). E ajuda o planeta, porque fazemos com que as coisas circulem, sem precisar produzir novas coisas.

Na minha lojinha vocês vão encontrar roupas (agora com a coleção de inverno \o/ ), maquiagens (sou ALOKA dos cosméticos), acessórios (também ALOKA das bolsas), sapatos (sim ALOKA dos sapatos, já tive mais de 135 pares).

Espero que vocês gostem da ideia. Se inspirem para criar lojinhas também! E claro, comprem tudo! 😛

Lojinha aqui neste link.

Sobre ser “plus size” – Ou sobre o amor-próprio

24 jan

Eu sempre fui magrela. Sou alta e compridona. Daquelas que na escola eram chamadas de saracura, pau de virar tripa, vara de cutucar estrela, ou qualquer adjetivo que o valha. Sempre tive complexo pelas minhas canelas finas e joelhos saltados. Foi assim até alguns poucos anos atrás. Depois dos 23 ou 24, mais ou menos, – por motivos que não vêm ao caso – eu dei uma boa engordada, até chegar num padrão que hoje se chama de gordinha – ou o equivalente a “plus size” no mundo da moda.

Por que estou escrevendo este texto? Bem, porque volta e meia me pego refletindo sobre a contradição entre o que o mundo pensa e o que eu penso. E porque às vezes eu gosto de compartilhar meu devaneios com quem quiser devanear junto comigo.

Hoje, sendo uma mulher “plus size“, eu deveria estar louca, deprimida, insegura, afinal, não é esse o padrão que nos é imposto, certo? Mas, eu devo sofrer de anorexia ao contrário, pois, por incrível que pareça, me olho no espelho e me acho gostosa. Hoje, aos 28 anos, vejo uma figura muito mais madura e sexy no meu reflexo do que quando eu era novinha e magrinha.

Na contramão desse mundo esbelto, ver minhas medidas aumentarem não me trouxe insatisfação. Pelo contrário. Fez com que também crescessem minha autoestima e autoconfiança. Pode parecer, aos olhos julgadores, conformismo e autocomplacência dizer isso, mas garanto que eu nunca me senti um mulherão quando pesava 50 quilos.

Adele: gordinha e diva.

Adele: gordinha e diva.

Obviamente, não estou dizendo que toda mulher deve simplesmente começar a engordar desleixadamente ou que as magras são feias. Estou dizendo apenas que, às vezes, a gente se deixa levar por pré-conceitos e acaba buscando um ideal que não funciona para nós. Cada pessoa é um ser único. Por isso se chama indivíduo. E cada um tem em si uma beleza própria, que deveria levar mais em conta seu “eu interior” (por mais redundante que isso soe) do que opiniões generalizadas e homogeneizantes como se estivéssemos sujeitos a um selo do InMetro que garantisse nossa “qualidade”.

Isso não só é um retrocesso como é cruel. E também não vou negar que eventualmente me pego imaginando maneiras de voltar a ser magricela, pra ver se “o mundo me aceita”. Mas, no minuto seguinte, eu percebo que isso é um absurdo, pois esses pensamentos visam unicamente a atender pressões externas – e quem tem que me aceitar sou eu. E eu adoro ter quadril, coxas grossas e peitos maiores do que quando eu podia usar uma roupa tamanho 40.

Também não digo que não gostaria de eliminar uma sobrinha aqui, outra ali. Acho que faz parte da natureza humana esse constante inconformismo com nossas “imperfeições”. Mas, ironicamente, hoje minha alimentação é muito mais saudável e meus exames clínicos, melhores do que quando eu era uma bela moça esguia aos 20 anos.

E a diferença também é que toda e qualquer mudança que eu busque no meu estilo de vida visa unicamente garantir minha saúde, porque, francamente, não consigo conceber fazer dietas mirabolantes e me matar em exercícios malucos apenas para satisfazer um padrão no qual nem eu mesma acredito.

Uma coisa eu digo, sem falsa modéstia nem hipocrisia: eu me acho bonita do jeito que sou. E tem muita mulher por aí, talvez até sofrendo com baixa autoestima, que também é linda e não precisa de metade desses sacrifícios que faz em nome de um visual estereotipado. Só sinto pena de quem não consegue enxergar a própria beleza sem as lentes da crueldade da mídia e do mundo da moda.

Talvez essa reflexão faça diferença pra você. Talvez não. Mas, o que eu quero dizer é: você pode ser bonita sendo gordinha. Você pode ser bonita sendo magrela. Você pode ser bonita sendo alta, baixinha, usando óculos ou aparelhos dentários. Você pode. Você é bonita. Do seu jeito. Com a sua beleza única. Não é a mídia quem tem que dizer qual deve ser a sua aparência. É você. Consigo mesma. Com a sua autenticidade e dentro do que o seu corpo permite. Eu nunca vou ser a Gisele Bündchen. Graças a Deus. Porque ela também nunca vai ser a Mayara Godoy.

Viva à diversidade. Viva ao amor próprio. Viva à liberdade de ser o que se é.

Banda feminina faz mães se emocionarem com “Espelho Mágico”

25 set

A maioria das musicas de sucesso que ouvimos no rádio são sobre o amor jovem e festas “all night long”. Nós raramente ouvimos letras sobre ser mãe.  Maes que equilibram suas relações pessoais com uma carreira, se dividindo entre chefes, filhos, vizinhos, maridos e tantas outras experiencias de maes/mulheres reais.

Uma mãe americana decidiu fazer algo sobre esse vazio na música. Andra Liemandt do Texas juntou forças com outras quatro mulheres na casa dos 30 e 40 anos para formar uma banda de rock só de mulheres chamadoThe Mrs.” (As senhoras).

Nós escrevemos a música e cantamos sobre assuntos que todos nós podemos relacionar as nossas vidas sobre os verdadeiros desafios e triunfos em nossas vidas como mães, como esposas, como amigas,” Liemandt disse ao The Huffington Post.

the mrs

Liemandt teve a ideia a 5 anos atras quando levava as filhas para as aulas de piano. As maes tiveram a ideia de ensair enquanto as criancas estavam na aula e no fim do ano, no recital da escola as criancas apresentaram e depois as maes e ali ela sabia que tinha “pegado” o pulbico.

O primeiro single de sucesso da banda estreou na conferencia BlogHer em agosto desse ano sob o nome de “ENOUGH” (suficiente em traducao literal). Enough” é uma canção de empoderamento que diz às mulheres para abraçar-se como elas são.

A inspiração veio de se olhar no espelho e perceber que “nos agredirmos” como mães, esposas, irmãs, colaboradores e amigas achando que nao somos suficientes,” Liemandt observou. “Nós percebemos que precisávamos mudar as nossas próprias vozes interiores críticas dizer um “eu me basto” (Enough!) e começar a ver a nós mesmas como os outros nos vêem como mulheres dignas, bonitas, por dentro e por fora.

The Mrs. recebeu muitas criticas do mundo da musica, dizendo que elas deveriam mudar a abordagem, colocar um nome mais sexy na banda, ou mesmo que estavam muito velhas para entrar no mundo da musica, o que fez com que estas “senhoras” tivessem ainda mais forca pra continuar “Nós somos “as senhoras” e vamos cantar para “as senhoras”, mulheres como a gente.”

Ainda este ano elas pretendem lancar o primeiro cd, que vai incluir uma canção sobre as complexidades do casamento chamados Tug of Love” e o hino a amizade, “Você estava lá.”  Mas The Mrs. não está olhando apenas para o empoderamento das mulheres através de sua música. Em conjunto com o lançamento de “Enough“, a banda criou um “espelho mágico” em um shopping local em Austin na conferência BlogHer. A pessoa por trás do espelho (filhos/maridos/amigos) falou mensagens positivas específicas da mulher/mae que estava a frente dele, e suas reações foram compilados em um belo video que vai fazer voce se emocionar.

Caiu um cisco aqui no meu olho. E assim que eu puder vou ligar pra minha vó, mae e irma e dizer o quao suficiente elas sao na minha vida. Elas se bastam por serem o que sao, lindas por dentro e por fora!

E voces comadres, o que acharam do “The Mrs”? 🙂

  1. Livre traducao da materia do Huffington Post
  2. Mais fotos aqui
  3. E mais videos aqui

Como limpar brincos, anéis, pulseiras e toda sua prata sem gastar nada!

22 set

Comadres! Disas! Quanto tempo!

Primeiro antes mesmo de me desculpar o sumico, me desculpem a falta de acentos e cedilhas, estou fazendo este post de um laptop com teclado hungaro.

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Eu sei que faz mais de dois anos que eu nao posto nada aqui, mas porque minha vida mudou TANTO, que isso rende um outro post ou quicá até um novo blog (mas nao agora).

Como algumas de voces já sabem em abril de 2012 eu vim morar na Inglaterra e acabei encontrando o amor da minha vida, casando e tendo filhos – opa! pera! sem filhos ainda – mas estou casada e feliz 😀 Curta longa historia.

happy

Mas, como eu disse que isso é historia pra mais tarde, eu vim compartilhar aqui com voces uma receitinha bem bacana que achei no pinterest – Deus abencoe o Pinterest, tem de TUDO lá – e que eu resolvi testar e: deu certo!

Eu tenho alguns itens de prata que conforme o tempo foram ficando pretos e talz, aquela coisa toda que acredito que muitas de voces já devem ter passado. E como recentemente eu mudei de casa acabei achando alguns mais e todos, todos pretos, e entao, o que fazer, como limpar a prata gastando só o que voce tem em casa?

AHA! Eu tenho o segredo:

– 1 colher de sal

– 1 colher de bicarbonato de sodio

– 1 um pouquinho de agua quente (nem precisa ser fervendo)

– 1 potinho de plastico

– 1 pedaco de papel aluminio pra cobrir o fundo do potinho

Meu potinho de plastico, com o aluminio, sal, bicarbonato de sodio e agua quente. Deixa por 5 minutinhos! Como limpar sua prata

Eu aproveitei a agua quente nesses 5 minutinhos e fiz zm chá pra mim, mas se voce for mais paciente um pouquinho e ficar olhando voce consegue até ver a mágica acontecer!

Agora o antes de depois:

Antes e depois, prata limpa!Tchanaaan!

Clap clap clap!

Funciona! Comadres queridas, facam! Tudo produtinho que acredito a maioria de voces tem em casa.

Desculpem a falta de acentos e cedilhas, expliquei no inicio do post. Desculpem tambem o sumico e a falta de pratica com o wordpress. Faz um tempinho que né…

Beijos da terra da Rainha!

queenelizabethxxx

Verão no Oeste do Paraná

2 dez

Bom dia, comadres!

O post de hoje é um pouco diferente. Vim aqui contar para vocês sobre um atrativo muito bacana aqui da nossa querida (e quente) região Oeste do Paraná: O Parque Aquático Lago de Itaipu.

Agregando valor ao domingão!

Agregando valor ao domingão!

Antes de mais nada, eu gostaria de deixar bem claro que este não é um post pago, é apenas uma dica da comadre aqui, totalmente espontânea, ok?

Bem, recapitulando. Eu fui lá, dias atrás, fazer uma vista e ontem, finalmente, fui para passar o dia. Resultado: como o lugar é muito mal divulgado, várias pessoas, ao ver as fotos que publiquei, vieram me perguntar sobre o parque. Então, resolvi prestar um serviço de utilidade pública (aka dica prozamigo) e repassar algumas informações.

Sobre a cidade: Itaipulândia é um dos municípios lindeiros ao Lago de Itaipu, já previamente conhecida pelo Balneário Jacutinga – ou simplesmente “prainha”. Fica a uns 70 km de Foz do Iguaçu e a aproximadamente 130 km de Cascavel.

Acesso: para chegar, o acesso se dá via BR-277. Chegando a São Miguel, você deve entrar na cidade e pegar a estrada em direção à praia artificial (sim, você passa por dentro de São Miguel para chegar a Itaipulândia). De carro, leva cerca de uma hora (saindo de Foz). Apesar de a pista entre SMI e Itaipulândia ser simples, a estrada é boa. É relativamente fácil chegar, mesmo que você não conheça o caminho, pois há placas por todo o trajeto. Atenção: há um pedágio entre Foz e São Miguel, que custa R$ 11,80.

Preços: O ingresso custa R$ 70 por pessoa, ou R$ 60 se você for convidado de um sócio (falarei disso logo mais, continue lendo).

O parque: para quem não sabe, o parque aquático é da franquia Rio Water Planet, que já funciona há mais de uma década no estado do Rio de Janeiro. Atualmente, apenas uma parte do parque está pronta (uns 40%, ao que me consta) e já estão em funcionamento a piscina de ondas, a piscina show, outra piscina para crianças (que sinceramente não me lembro o nome), e a piscina termal coberta. Todas são muito, muito grandes!

Ainda não estavam funcionando os quatro toboáguas que já estão prontos e o rio lento – mas, a informação é que nos próximos dias esses dois atrativos devem entrar em operação, além de uma hidromassagem vip (que é paga à parte, mas não sei o valor, sorry!). Quando estiver pronto, o parque deverá ter 17 toboáguas, além de um hotel/resort, quadras poliesportivas e mais piscinas, totalizando 45 atrações numa área de 260 mil m².

Vantagens: uma das coisas que mais me agradaram lá foram os bares molhados. Ou seja, o bar é dentro da piscina, o que torna muito cômodo pegar umas bebidinhas. Outro aspecto muito bacana é que, na parte rasa das piscinas, você pode pegar sua cadeira ou espreguiçadeira e arrastá-la para onde bem entender. Ou seja: você pode tomar sol dentro d’água se quiser. Mas, se você for tipo eu, uma pessoa que foge do sol, também tem áreas com sombras dentro da piscina, seja debaixo dos imensos guarda-sóis ou à beira dos quiosques/bares. Também tem a piscina coberta, então, naquele sol do meio-dia, você já tem para onde fugir. Lá, inclusive, tem uns telões que ficam passando clipes e tal. Animação total.

Você também tem bastante liberdade para usar as boias. Você tanto pode pegar uma boia para ir para esta piscina coberta, por exemplo, ou para ficar curtindo a piscina de ondas (que é bem legal, por sinal). Não tem encheção de saco quanto a isso. Mas, eu acho que uma das coisas que se destacam lá são as opções para crianças. Para famílias com filhos, o lugar é excelente. Juro que dá inveja dos pequenos, de tantas coisas legais que tem para eles – desde brinquedos como escorregadores e balanços, passando por chafarizes, até um castelinho dentro da piscina onde eles podem entrar e assistir a filminhos e desenhos. Um show! Ah, e as piscinas são rasinhas, não tem perigo algum.

Desvantagens: como é de praxe nesse tipo de lugar, os preços para comer e beber lá dentro são meio salgados e não tem muitas opções. Até ontem, só tinha uma lanchonete funcionando, mas ao que consta deverá abrir um restaurante por quilo nos próximos dias, além de uma churrascaria. Porém, não espero que seja muito barato. Então, como não dá para levar “marmita”, o passeio como um todo acaba se tornando relativamente caro. Outra alternativa é almoçar na prainha mesmo, onde tem mais opções.

Sobre o título: há também a opção de adquirir o título do parque, ou seja, se tornar uma espécie de sócio – como se fosse um clube. A joia custa R$ 2.750, com possibilidade de incluir quatro pessoas. Este valor é parcelado em 11 vezes (uma entrada e mais dez). Depois de paga a joia, você continua pagando uma mensalidade, que está em R$ 90 atualmente. O título dá o direito à carteirinha, com a qual você entra no parque quantas vezes quiser. Além disso, será implementado um sistema de transporte aquático para levar até lá. Uma espécie de Kattamaram fará o traslado de Foz até Itaipulândia, sem custo para quem for sócio (não sei sobre preços para quem não for sócio, até porque ainda não está em operação). Outra vantagem prometida será o desconto de 50% nas diárias do resort, cuja previsão de conclusão é outubro do ano que vem.

Para conhecer: quem quiser conhecer o parque não precisa necessariamente pagar o ingresso. Você pode chegar à bilheteria e dizer que só quer visitar. Então, eles te dão um tíquete de visitante e um guia mostra o complexo todo. Mas, aqui vai uma dica: se você for visitar, já leve roupa de banho, pois a probabilidade de você querer ficar por lá é grande. No dia em que eu fui, não levei biquini e me arrependi.

Conclusão: de modo geral, eu achei um lugar bastante agradável, tanto para adultos quanto para crianças. Resumidamente, é um entretenimento para todas as idades. Apesar de sair meio caro ir para lá – especialmente para quem mora em outras cidades, claro –, vale muito a pena conhecer. Como nós bem sabemos, o calor aqui da nossa região é torturante e muitas vezes não temos o que fazer nos finais de semana. Então, para quem não sabia, fica aqui esta dica como opção.

Quem tiver curiosidade, pode acessar o site deles (apesar de não ter muita informação): http://www.lagodeitaipu.com.br/

Abraços, comadres! Espero que as informações tenham sido úteis para o Projeto Verão! E não se esqueçam do ensinamento do Bial: usem protetor solar.

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