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A Parisiense – Trecho do livro

27 jun

Há meses estou num projeto pessoal de me dar bem com as roupas que eu tenho no armário. Sabe aqueles dias que nada serve? Nada está bom? “Não tenho nada pra vestir” e o armário está abarrotado de coisas que você nem sabe direito por que comprou. Então, loucurinha, né?

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Roupa custa dinheiro. Dinheiro custa tempo de vida. Vida não tem preço. Com este raciocínio me dei conta de que eu precisava me conformar com meu armário. Ou tira o que não gosta e vai repondo aos poucos, ou aprende a usar o que tem, se é que gosta. Mas nada de compras compulsivas aleatórias mais.

Neste processo percebi que os tais “look do dia” mais atrapalhavam que ajudavam. Sério. Então precisava entender minhas coisas, minhas escolhas, porque eu escolhi ter um vestido amarelo e uma sapatilha vermelha? O que aconteceu ao longo da vida que me fez escolher isso? Nossas coisas têm história, poxa!

Comecei a ler algumas coisas e me deparei com um livro divertidíssimo chamado “A Parisiense” de uma ex-modelo e pessoa mega ryyyyyca da França, a Inês de La Fressange (olha esse sobrenome, gente!)

No começo fiquei com medo que ela fosse me transformar numa dondoca. Mas é justamente o contrário. Ela odeia as dondocas! (deve ser a convivência, afinal, é alguém da “aristocracia” francesa).

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Enfim, ela carrega alguns preconceitos e algumas coisas que me soam equivocadas. Lógico que não é um livro de regras e para tudo na vida, o bom senso é sempre o melhor amigo. Mas, de um modo geral, eu gostei e achei que realmente ajudou em alguns aspectos. Essa coisa de “descombinar”. Usar parka com vestido! (eu só usava com calça jeans e camiseta listrada – estou fazendo isso hoje, inclusive).

Achei que valeu a compra e a leitura. Ela traz dicas de estilo, beleza, decoração e lugares para comprar em Paris.  Trago aqui um trecho do livro, o primeiro capítulo. Logo mais farei um novo post sobre coisas que ela julga “essenciais” no armário de qualquer pessoa. As ilustrações ótimas são feitas por ela mesma, e a garota das fotos é a filha mais velha! =)

Enfim, segue o primeiro capítulo:

Você não precisa nascer em Paris para ter o estilo da parisiense. Eu sou o melhor exemplo disso: nasci em Saint-Tropez! Ter um estilo “made in Paris” é mais um estado de espírito. Ser alternativa e nunca burguesa, por exemplo. A parisiense jamais cai na armadilha das tendências: ela respira o l’air des temps e as usa com critério, eis sua receita secreta! E sempre tem um objetivo: divertir-se com a moda. Ela segue algumas regras, mas adora transgredi-las também, faz parte do estilo. Os seis pontos a seguir têm o seu DNA. C’est facile!

Fuja dos conjuntos

Esqueça o total-look: é preciso mis-tu-rar! Saber mesclar estilos e marcas diferentes é essencial. Rimar chique com cheap conta 100 pontos no jogo “Vestindo-se à la Parisienne”. Usar uma “it bag” já bem antiga com um suéter de cashmere demonstra mais talento do que copiar literalmente os últimos looks dos desfiles. A parisiense tem o espírito livre: ela não compra uma blusa e uma saia combinando, na mesma loja. “Combinações possíveis” não é uma preocupação. A regra é simples: o chique é sobretudo não comprar conjuntos! Algo a aplicar sempre.

Vive la Rive Gauche!

A parisiense da margem esquerda do Sena tem um estilo “tipo exportação” e marca muito bem esse diferencial. Ela passeia em Saint-Germain-des-Prés e foge de tudo que é exagerado e chamativo. Não ter cara de perua é a ideia. Detesta brilhos e etiquetas. Uma parisiense não está à cata de um marido milionário. Ela não vai gastar muito para deixar uma etiqueta à mostra. Quer ficar elegante, e exige qualidade. Seu luxo? Uma marca que garanta o bom gosto sem ostentar o preço.

Ela brinca de procurar

A parisiense adora descobrir novas grifes. Principalmente se forem criativas e acessíveis. Ela fica mais orgulhosa com uma descoberta no supermercado da esquina (sério, há peças ótimas no Monoprix!) do que por ser a primeira a possuir o último modelo de “it bag”, carérrimo, sobretudo se é vendido em lista de espera (que vulgar!). Seu guarda-roupa é habilmente composto de “coisas baratinhas”, de roupas compradas em viagens e de algumas peças luxuosas. Assim, quando usa um jeans, nunca sabemos se é Gap, Notify, H&M ou Hermès! Ela não faz o gênero de torrar todo o seu salário num must-have.

a parisiense

Primeiro porque não tem dinheiro, e depois porque considera que tem tanto talento quanto uma estilista: por que pagar caro por uma produção que ela mesma poderia ter imaginado? A parisiense tem essa arrogância de pensar que nunca estará fora de moda. Ela não liga para a moda. Embora sempre use um pequeno detalhe provando que domina as tendências. É aí que está seu charme.

Use o que lhe cai bem

Você nunca vai ouvir uma parisiense se queixar de que a saia está muito curta, o vestido muito apertado e os sapatos muito altos. Todas as garotas que entendem de estilo chegam à mesma conclusão: “O segredo de um bom estilo é sentir-se bem dentro da roupa.” Elas conhecem o próprio corpo, sabem o que lhes fica bem e o que combina com o seu modo de vida. Se você não se sente à vontade com um suéter muito decotado, saltos vertiginosos ou calças justas demais, vá mudar de roupa!

Ela não tem ídolos

A parisiense não tem ídolos. Ela já é um ícone da moda. Mas, no íntimo, admira Jane Birkin e Charlotte Gainsbourg, que conseguem ter sempre um ar descolado e cobiçado (suéter de cashmere cinza + jeans+ tênis All Star ou botas vintage). E acha o máximo o visual de uma amiga que tem um estilo todo pessoal e consegue conservá-lo estando sempre moderna e chegando a uma certain âge com sabedoria. Seu ídolo na moda pode não ser uma figura conhecida do público. Quanto mais desconhecida, maior a chance de lhe agradar. Como os estilistas, ela se inspira na moda da rua.

Ela desconfia do bom gosto

Quem ousaria pensar que o azul-marinho e o preto fosse uma combinação perfeita? Antes de Yves Saint Laurent, ninguém. Hoje, esta dupla destoante faz bonito em noites elegantes. É preciso saber tomar liberdades com as afirmações categóricas da moda. Algumas regras foram feitas para ser quebradas. Inclusive as deste guia, claro! Você gosta de vestidos laranja com sapatos amarelos? Vá em frente, vai chegar um dia em que vão querer copiá-la! A moda evolui sempre e por isso ela é interessante. Chegará o dia em que a parisiense irá decretar que minishorts com casaco de leopardo e sapatilhas tacheadas são o que há de melhor. Prepare-se!

Personal stylist

Quem nunca se sentiu tentada por um vestido todo de paetês ou uma anágua com mil babados? Não é fácil resistir ao canto da sereia da moda. No entanto, toda parisiense aprende uma lição: se não se deixar inebriar pela abundância de opções, irá manter seu armário livre das peças que jamais irá usar.

Como não se tornar vítima da moda?

Antes, refletir

Sempre se pergunte: “Se eu comprar essa roupa, será que vou ter vontade de vesti-la hoje à noite?” Se a resposta for “não”, “vou vestir em casa”, ou ainda “nunca se sabe, pode ser que numa festa”, é melhor se mandar rapidinho da loja.

Escutar as vendedoras

Tudo bem, algumas delas estão apenas de olho na comissão, mas supostamente conhecem toda a coleção e saberão encontrar a peça que vai ficar bem em você… Em compensação, fuja daquela que lhe disser: “É a grande tendência da estação!” A parisiense detesta comprar o que todo mundo está usando. Ela é mais atenta ao que lhe fica bem do que à moda — que, aliás finge ignorar (ver ponto seguinte).

Assimilar as tendências

Seguir as tendências é tudo o que a parisiense detesta, mas ela deve saber o que é in. O negócio é não entrar nas ondas de cabeça. Por exemplo, se estampa de pantera é o que mais vende, ela não vai se vestir no estilo “fugi do zoológico”. Uma carteira de estampa animal basta para mostrar que ela é uma mulher de estilo, não uma maria vai com as outras.

“Não comprar obras de arte”

Às vezes a gente compra uma roupa pensando: “É uma graça, é uma peça linda!” Adoramos aquilo, as cores vivas, os detalhes divertidos. Gostamos da peça em si, sem relacioná-la ao nosso estilo, à nossa silhueta. Ora, é preciso sempre imaginar como aquilo se integraria ao nosso guarda- -roupa. E não pensar que uma peça bem-apresentada na loja, com a luz perfeita, será sempre uma boa compra. Assim você evitará o mantô alaranjado vivo quando seus cabelos forem ruivos e a minissaia prateada com babados quando as suas coxas não se prestam exatamente a isso. Conhecer os limites da moda é uma arte!

Dividir seu orçamento em dois

De um lado, os básicos de qualidade, de outro, as paixões que tornam o guarda-roupa alegre (um cinto, uma bolsa, bijuterias). Mesmo com um orçamento médio, há mil maneiras de compor um visual simpático. Afinal, não precisamos de muita coisa. É melhor ter poucos suéteres, paletós, mantôs, mas de boa qualidade. Não se deve visar à quantidade. É preciso saber eliminar. A mentalidade “isso eu guardo para quando for pintar a casa” também não funciona! É preciso se desfazer do que não é essencial. Há várias instituições para isso, e muitas pessoas desfavorecidas. Uma coisa é certa: a melhor forma de começar bem o dia é abrir um armário com poucas peças, mas bem-organizado.

Descombine!

“Nada de usar tudo combinadinho!” é o grito de guerra da parisiense. Descombinar e não ser elementar é seu esporte preferido. Acrescentar dois ou três detalhes um pouquinho absurdos pode transformar uma produção, dando-lhe um ar ligeiramente maluco. É claro que misturar às vezes é arriscado. Um erro fashion pode acontecer, mas a parisiense sempre dá um jeito de transformar sua gafe em estilo. Ela também sabe que seguir regras de elegância com rigor não é uma boa ideia. Resista sempre ao estilo “moça arrumadinha”. Veja minhas dez melhores ideias — da menos arriscada à mais ousada — para descombinar o seu visual à la Parisienne.

Estilo sem esforço

Às vezes é preciso pouco para se conseguir um verdadeiro estilo. Em inglês, chama-se isso de “effortless style”. Pré-requisito? Ter autoconfiança… e sorrir (tudo sempre fica melhor quando sorrimos)! Evidentemente, algumas dicas ajudam a ter estilo sem esforço… ou quase. Eis aqui 16 das minhas:

Jogar um sueterzinho de lã sobre o vestido de baile. Não há nada mais kitsch que estolas — please, sobretudo nada de estolas, nem as estrelas de Hollywood as usam mais nos tapetes vermelhos. Ou mesmo que os bolerinhos. Um vestido de paetê e um suéter de cashmere, isso é Paris!

Ir à H&M, mas comprar na seção masculina.

Misturar alta-costura e street culture: calça preta de alfaiataria impecável com camiseta de algodão fino (as mais jovens podem tentar o estampado). Para um visual chique e descontraído, é aposta certa!

Usar parka sobre um vestidinho de musselina.

Superpor duas echarpes. Funciona também com duas camisetas e mesmo dois cintos. Peças mais básicas usadas assim ganham importância.

Um maxiacessório sobre uma silhueta simplíssima. A parisiense sempre admirou Jackie Kennedy em seu período Onassis: calça branca, camiseta preta, sandálias… e enormes óculos escuros. É chique, é eficaz… dá para copiar imediatamente!

Casar seu jeans surrado com blusa de seda. Como calça de alfaiataria e camiseta, a mistura dá imediatamente consistência ao visual. Todo o restante deve permanecer ultrassóbrio. É preciso passar a ideia de que o elemento de luxo — a blusa de seda — foi incluído por acaso. Ter feito esforço visivelmente não é nada legal: todo mundo sabe que a parisiense compra um caminhão de revistas para ficar na moda, mas não quer que isso esteja na cara! (Ela até seria capaz de ir comprar este guia dizendo que é para dar de presente.)

Se estiver cansada das suas roupas, tingi-las de azul-marinho lhes dará vida nova (salvo se já forem azul-marinho, óbvio!).

Mandar trazer da Índia kurtas de todas as cores. Vista-as por baixo de um cardigã com um colar de pérolas, num verdadeiro “étnico- -chique”.

Usar paletós de montaria de veludo preto extremamente justos. O mesmo vale para paletós “de trabalho”.

Garimpar foulards masculinos vintage e usá-los com tudo.

Tudo que vem de uma loja de departamentos usado com joias antigas funciona.

Não hesitar em usar a camisa de seu filho de 12 anos com um sutiã push-up e aparente.

Cintar tudo com um cinturão masculino grande usado muito longo e com o excesso preso em um nó.

Usar meias (três quartos) de cashmere de todas as cores (cáqui, framboesa, turquesa).

Arregaçar negligentemente as mangas da camisa de algodão sobre o suéter: é chique, fácil e informal.

Enjoei! E tô vendendo!

14 jun

Comadres, há tempos venho me “aprofundando” nessa história de “moda slow”. O que é isso? É comprar menos e comprar melhor. Lógico que vou continuar usando as “tendências”. Mas esse não pode ser o foco da vida. Acredito que há coisas que compramos “pra sempre” e outras que compramos para usar um certo tempo.

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E pensando nisso, resolvi me desapegar de algumas coisas que não uso mais. Não uso por diversos motivos: comprei pela internet e não serviu; deixei de gostar (às vezes acontece, né?); comprei outra coisa parecida… enfim, são muitos motivos que me levaram a montar uma lojinha no Enjoei! (Aplausos! viva! Viva! Todos comemora! Aaeeee! É festa!)

O Enjoei é um site onde as pessoas podem comprar ou vender coisas. Basta criar uma conta e começar a usar, tanto para um fim, quanto para o outro. Tenho a lojinha há alguns meses e só tenho tido boas experiências. Me dá muita alegria saber que as minhas coisas vão encontrar novos lares e fazer outras pessoas felizes. Enche o coração de alegria quando alguém compra alguma coisa e depois me manda uma foto pra eu ver como ficou. É um novo significado para uma coisa que já fez alguém feliz um dia.

Esse trio maravilhoso de batons você encontra lá!

Esse trio maravilhoso de batons você encontra lá!

Isso ajuda nosso bolso (pq né, comprar de segunda mão é mais baratinho). E ajuda o planeta, porque fazemos com que as coisas circulem, sem precisar produzir novas coisas.

Na minha lojinha vocês vão encontrar roupas (agora com a coleção de inverno \o/ ), maquiagens (sou ALOKA dos cosméticos), acessórios (também ALOKA das bolsas), sapatos (sim ALOKA dos sapatos, já tive mais de 135 pares).

Espero que vocês gostem da ideia. Se inspirem para criar lojinhas também! E claro, comprem tudo! 😛

Lojinha aqui neste link.

10 looks com camiseta de algodão

28 mar

Pouca coisa é mais gostosa em dias de preguiça do que aquela camisetinha branca de algodão que a gente comprou na Hering cinco anos atrás, né? Mas às  vezes qualquer detalhezinho tira a gente do óbvio camiseta+jeans+tênis+rabo-de-cavalo.

Selecionamos 10 looks bem lindos e simples para compor sua camisetinha de algodão de um jeito todo garboso! 😉

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Luke do dia

7 out

Pra começar a semana fashiiiiiooonnn

lukedodia

Como (não!!!) usar

6 jun

Oi, gente. Eu sou a Mayara, e este post é bem diferente do que vocês estão acostumados a ver aqui. Explico:

Num dos divertidíssimos papos durante o almoço, eu, com minha total falta de sensibilidade (e conhecimento) sobre moda, comecei a elencar alguns itens do vestuário (ou acessórios) cuja existência acho totalmente desnecessária.

Ainda que não acompanhe as últimas tendências, mal saiba nomear três grifes e não tenha paciência para compor “looks inspiradores”, prefiro ficar no básico a tentar glamourizar e pagar o maior mico.

Diante desta minha visão anti-fashionista, a queridíssima Mariana Serafini me sugeriu escrever uma coluna sobre o tema para o Comadres. Basicamente, não darei dicas de como usar determinadas peças de roupas ou acessórios. Pelo contrário: darei apenas dicas daqueles que não devem, nunca, em hipótese alguma – nem mesmo durante um apocalipse zumbi – ser utilizadas.

Hoje, vou elencar três peças do vestuário feminino e três do masculino e deixar apenas minha humilde sugestão: não usem!

Feminino:

  • Calça Listrada
Não, gente... Não é bonito, não é fashion, nem mesmo se você for muito magra. A menos que você seja o Beetlejuice, não use!

Não, gente… Não é bonito, não é fashion, nem mesmo se você for muito magra. A menos que você seja o Beetlejuice, não use!

  • Boné
Se - e somente se - você for frentista de posto de gasolina, está permitido. Em todas as outras hipóteses, não, nunca, never, jamais, de jeito maneira. Deu pra entender?

Se – e somente se – você for frentista de posto de gasolina, está permitido. Em todas as outras hipóteses, não, nunca, never, jamais, de jeito maneira. Menos ainda na balada. Deu pra entender?

  • Unhas stiletto
Não tenho nem comentários para uma "moda" dessas. Alguém pode me explicar?

Não tenho nem comentários para uma “moda” dessas. Alguém pode me explicar?

Masculino:

  • Pochete
Eu queria saber quem foi o desgranhento que inventou a pochete. É sério. Não há justificativa no mundo para os homens usarem isso. Nem mesmo mototaxistas. Usem uma mochila, se for o caso, uma mala de rodinha, uma sacolinha de mercado, mas nunca, nunca, nunca coloquem um troço horroroso desses. Ok?

Eu queria saber quem foi o desgranhento que inventou a pochete. É sério. Não há justificativa no mundo para os homens usarem isso. Nem mesmo mototaxistas.
Usem uma mochila, se for o caso, uma mala de rodinha, uma sacolinha de mercado, mas nunca, nunca, nunca coloquem um troço horroroso desses. Ok?

  • Mocassim
Eu não deixaria nem meu tataravô usar um negócio desses. Nem bem escondidinho em casa. Não há coisa mais broxante no universo masculino que um mocassim. Piorou se for usado com bermuda. Tá, talvez exista: a pochete. Pensando bem, estou em dúvida...

Eu não deixaria nem meu tataravô usar um negócio desses. Nem bem escondidinho em casa. Não há coisa mais broxante no universo masculino que um mocassim. Piorou se for usado com bermuda. Tá, talvez exista: a pochete.
Pensando bem, estou em dúvida…

  • Correntes, anéis, etc.
Não importa se você ganhou da sua mãe, da sua avó ou da sua madrinha. Não importa se é uma joia de família e é praticamente um amuleto da sorte. A menos que você seja bicheiro, jamais use uma corrente. E se for dourada, jamais ao quadrado.

Não importa se você ganhou da sua mãe, da sua avó ou da sua madrinha. Não importa se é uma joia de família e é praticamente um amuleto da sorte. A menos que você seja bicheiro, jamais use uma corrente. E se for dourada, jamais ao quadrado.

A mesma regra da corrente vale para os anéis. Especialmente no dedinho. O único tipo de anel permitido para homens é a aliança, e ainda assim tem que ser discreta, lisa e sem frufrus.

A mesma regra da corrente vale para os anéis. Especialmente no dedinho. O único tipo de anel permitido para homens é a aliança, e ainda assim tem que ser discreta, lisa e sem frufrus.


Bom, gente… Acho que depois deste post altamente esclarecedor, não tenho muito mais o que acrescentar, certo? Só agradeço (e peço desculpas) à Mariana, por me ceder este espaço – e permitir essa esculhambação no blog. Beijos, queridos(as).

Alpargatas Havaianas

8 abr

Para começar a semana cheia de conforto, o lance é usar alpargatas no trabalho, na faculdade, nas compras, no passeio de fim de tarde… Enfim, alpargatas podem ser usadas com quase tudo e em quase todas as situações!

alpargatas havaianas

Recentemente a Havaianas expandiu sua linha de produtos que antes eram apenas sandálias, e agora produz alpargatas e tênis. São lindos e muito muito confortáveis!

Linda, prática e confortabilíssima!

Linda, prática e confortabilíssima!

Eu comprei uma alpargata da linha mais abertinha porque a tradicional ficou muito larga no meu pé (mas eu realmente gostei mais da tradicional). Comadres, é sério, é de longe um dos calçados mais confortáveis que eu já usei na vida! Nem sei como vivi tanto tempo sem ter uma dessas. É um chinelo fechadinho! (e eu não sei caminhar de chinelo então é perfeita).

Indiquei para uma amiga e ela comprou a tradicional que é linda, linda!

Indiquei para uma amiga e ela comprou a tradicional que é linda, linda!

É uma coisa aparentemente muito simples, uma sola de chinelo Havaianas com um tecido costurado por fora de forma meio “crua”. Eu comprei na loja física da Havaianas e paguei R$60, a tradicional custa R$70. Achei meio caro, mas acho que vale o investimento porque é realmente um ótimo calçado para caminhar. Dá pra comprar na loja online.

PS:. o comentário da minha amiga sobre: “meu deus, isso é muito, muito confortável, porque não descobri antes?”

Não é publieditorial, é amor mesmo!

11 mar

Já falei do meu amor pela Chico Rei uma vez aqui no blog, mas como comprei camisetas novas nos últimos dias acho válido falar mais uma vez da marca. A Chico Rei é uma empresa mineira que desenvolve produtos muito bacanas, entre eles as minhas tão amadas camisetas.

"Preserve your memories"

“Preserve your memories”

além de comprar eu convenço os amigos!

além de comprar eu convenço os amigos!

Sgt. Peppers and Chico Rei Band!

Sgt. Peppers and Chico Rei Band!

Eu gosto de tudo, desde o atendimento (que é ótimo), até a hora que o carteiro chega com um envelope lindo anunciando que tem Chico Rei pra mim. A embalagem é muito cuidadosa e eles sempre mandam brindezinhos legais como adesivos e suportes para copos! *___*

Sempre desenvolvem coisas diferentes usando temas pops clássicos e atuais, acho que vale a pena dar uma conferida na loja! E volto a dizer, não é publieditorial, é puro amor mesmo!

 

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