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Como limpar brincos, anéis, pulseiras e toda sua prata sem gastar nada!

22 set

Comadres! Disas! Quanto tempo!

Primeiro antes mesmo de me desculpar o sumico, me desculpem a falta de acentos e cedilhas, estou fazendo este post de um laptop com teclado hungaro.

yayy

Eu sei que faz mais de dois anos que eu nao posto nada aqui, mas porque minha vida mudou TANTO, que isso rende um outro post ou quicá até um novo blog (mas nao agora).

Como algumas de voces já sabem em abril de 2012 eu vim morar na Inglaterra e acabei encontrando o amor da minha vida, casando e tendo filhos – opa! pera! sem filhos ainda – mas estou casada e feliz 😀 Curta longa historia.

happy

Mas, como eu disse que isso é historia pra mais tarde, eu vim compartilhar aqui com voces uma receitinha bem bacana que achei no pinterest – Deus abencoe o Pinterest, tem de TUDO lá – e que eu resolvi testar e: deu certo!

Eu tenho alguns itens de prata que conforme o tempo foram ficando pretos e talz, aquela coisa toda que acredito que muitas de voces já devem ter passado. E como recentemente eu mudei de casa acabei achando alguns mais e todos, todos pretos, e entao, o que fazer, como limpar a prata gastando só o que voce tem em casa?

AHA! Eu tenho o segredo:

– 1 colher de sal

– 1 colher de bicarbonato de sodio

– 1 um pouquinho de agua quente (nem precisa ser fervendo)

– 1 potinho de plastico

– 1 pedaco de papel aluminio pra cobrir o fundo do potinho

Meu potinho de plastico, com o aluminio, sal, bicarbonato de sodio e agua quente. Deixa por 5 minutinhos! Como limpar sua prata

Eu aproveitei a agua quente nesses 5 minutinhos e fiz zm chá pra mim, mas se voce for mais paciente um pouquinho e ficar olhando voce consegue até ver a mágica acontecer!

Agora o antes de depois:

Antes e depois, prata limpa!Tchanaaan!

Clap clap clap!

Funciona! Comadres queridas, facam! Tudo produtinho que acredito a maioria de voces tem em casa.

Desculpem a falta de acentos e cedilhas, expliquei no inicio do post. Desculpem tambem o sumico e a falta de pratica com o wordpress. Faz um tempinho que né…

Beijos da terra da Rainha!

queenelizabethxxx

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Por que morar sozinha?

11 nov

Quando a Mariana Serafini propôs mudar um pouco a linha do Comadres, uma das ideias era a de trazer algumas reflexões e experiências, aprendizados diversos, etc. Enfim, acho que a proposta da comadre-fundadora era amadurecer um pouco os debates aqui, falar um pouco mais da Vida, o Universo e Tudo mais – mas, sem perder o charminho e jamais esquecer as comadrices, é claro. Bem, então, nessa linha de análises e papos-cabeça (ou seria autoajuda?), hoje eu queria comentar um pouco sobre o que é essa saga de morar sozinha.

Para contextualizar, eu tenho 26 anos (quase 27! Oh, God…) e moro comigo mesma há pouco mais de um ano. Antes disso, morei por um ano com um ex-namorado, o que, resumindo, significa que saí da casa dos meus pais aos 24.

Apesar de os meus pais morarem na mesma cidade que eu, eu nunca cogitei voltar para a casa deles – e, frequentemente, sou questionada por isso, por diversas pessoas, em diversas situações. Isto posto, chegamos ao ponto que eu queria.

É claro que eu sinto falta da comodidade da casa dos meus pais. É óbvio que pesa (e muito!) para mim o pagamento de todas as contas – entre elas, aluguel e condomínio. É claro que eu sinto falta da comidinha da mamãe sempre pronta e de encontrar minhas roupas limpas e passadas, sem eu ter de fazer o menor esforço. É óbvio que fico extremamente carente quando estou doente e preciso buscar meu próprio remédio.

E agora... comprar um sapato novo ou pagar a conta de luz?

E agora… comprar um sapato novo ou pagar a conta de luz?

É claro que às vezes eu paro para fazer as contas e concluo que poderia estar economizando muito, se morasse com minha família e não precisasse sustentar tudo sozinha. Eu sei de tudo isso e muito mais. Afinal, tudo na vida tem seu preço. Ou, como diria o Tio Ben ao jovem Spiderman: “com grandes poderes, vêm grandes responsabilidades”.

Mas  quero contar a vocês sobre o que isso significa para mim – e deve significar para muita gente por aí. E eu nem vou entrar no mérito da liberdade de fazer o que eu bem quero, do meu jeito e a meu tempo. Nem da sensação de independência com que muitos sonham. Isso tudo é muito óbvio. Quero ir além.

Pois bem. Apesar de todos os pesares já elencados acima, posso afirmar sem sombra de dúvidas que morar sozinha me trouxe um crescimento pessoal incomparável. Por mais que eu trabalhe e procure arcar com minhas próprias despesas desde novinha, pagar o meu próprio “feijão com arroz” me transformou em outra pessoa. Foi uma verdadeira metamorfose na minha vida.

Administrar uma casa, fazer com que tudo esteja sempre em ordem, tomar todas as providências, pagar as contas em dia, manter uma rotina de limpeza/organização, fazer supermercado, entre outras incontáveis atividades inerentes à vida de alguém que mora sozinho faz com que a gente entenda melhor a dinâmica do mundo e até mesmo as implicações de se ter uma família. E vou além: diria que dá sentido a inúmeros ensinamentos (e broncas) que ouvimos dos pais ao longo da vida.

Hoje posso dizer sem falsa modéstia que me basto enquanto pessoa, que me sustento, que cuido da minha própria vida, que sei exatamente do que uma casa precisa, que aprendi a eleger prioridades e que me viro em qualquer lugar. Talvez, se eu ainda morasse com meus pais, eu levaria muito mais tempo para saber de tudo isso. Não que eles não tenham me ensinado, mas algumas coisas a gente precisa comprovar na prática e, muitas vezes, com uma dose de sacrifício. Porém, tenho consciência, também, de que estou só começando. Porque este aprendizado é progressivo. É um processo contínuo – e irretroativo.

Algumas pessoas, às vezes, comentam que acham “muito deprimente” morar sozinho. Bem, eu poderia escrever um outro texto para falar apenas sobre solidão, sobre o quanto é preciso estar psicologicamente bem para saber ficar sozinho (e gostar de estar só), sobre o que significa ter o seu espaço, mas, não vou me prolongar muito e nem misturar os assuntos aqui. (Pensando bem… já escrevi sobre isso)

Só acho que, resumidamente, estar sozinho – e principalmente morar sozinho – é uma oportunidade única de autoconhecimento e de descoberta e definição de quem somos e do que gostamos realmente. Sim, é maravilhoso morar com as pessoas que amamos. Mas, desde que saibamos reservar um tempo para nos dedicarmos àqueles que são importantes, não tem nada de egoísta em se morar sozinho.

Se eu pudesse, portanto, dar um conselho a todos os que não tiveram a experiência ainda, eu diria, sem titubear: more sozinho. More sozinho por pelo menos um tempo. Não significa que você tenha de ficar nessa condição para sempre. Mas, permita-se ter este aprendizado. Que seja como um “estágio”. Corte o cordão umbilical. Oportunize-se aprender a se virar. Tente andar com suas próprias pernas. Pois, uma vez que você obtiver esta segurança e este equilíbrio sozinho, nada mais no mundo te derruba.

É o que eu tenho a dizer.

Domingo é dia de… faxina!

3 nov

Olá, comadres!

Hoje vim contar pra vocês sobre o programinha supimpa que fiz neste domingo: faxina!

Antes que vocês me xinguem, explico: vou me mudar em breve e, portanto, para facilitar a mudança, já estou começando a organizar e separar algumas coisas. Então, neste domingo as vítimas foram os meus sapatos.

E a faxina me rendeu, além do cansaço – claro -, algumas reflexões e dicas bem interessantes.

Por natureza, eu tenho mania de, periodicamente, fazer umas faxinas em casa para me desfazer de tudo que não uso mais. Porém, percebi que não fazia isso com meus calçados há muito tempo. Então, sobre este assunto, vamos fazer como Dexter e vamos por partes.

Sapatos

Tenho tantos sapatos que não tenho nenhum!

A faxina

Comecei pelos calçados de inverno. Limpei todos e usei um pouco de Lysoform em cada um, deixando-os tomar ar por uns 15 minutos antes de guardá-los. Assim, é garantia de que no próximo inverno eles estarão livres de mau cheiro e de mofo.

Depois, fui para os calçados de verão e, só então, para os que são a maior quantidade: aqueles que são fechados, mas “usáveis” em várias ocasiões: scarpins, sapatilhas, tênis, etc.

Um pano úmido com água e um pouquinho de detergente é o suficiente para uma limpeza eficiente. No caso dos calçados fechados, como disse, é interessante usar desinfetante. Nos abertos, não é necessário.

Desapega!

Após limpar adequadamente cada um, parei para pensar muito racionalmente no que eu precisava/usava ou não e comecei a separar para doação os pares que não uso. Alguns deles estavam praticamente novos, tendo sido usados no máximo umas duas vezes. Outros não estavam tão intactos, mas sempre tem alguém precisando.

Há quem prefira fazer bazar ou coisas assim. Eu prefiro doar mesmo. Mas, temos de ser muito sinceras e honestas conosco mesmas para conseguir nos desfazer de um calçado. Há alguns que achamos lindos, mas que nunca usamos, seja por falta de ocasião ou porque machucam nossos pés. Nestes casos, sou da seguinte opinião: se você não usou nenhuma vez nos últimos 12 meses, doe sem dó!

Conclusão nº 1: “Eu não tenho calçado!” = Mentira

Bem, como vocês podem imaginar, eu tenho, sim, muitos calçados, mas, como toda mulher, vivo repetindo a célebre frase: “Eu não tenho calçado!”. A verdade é que eu não parei para contar quantos pares eu tenho, mas sem dúvidas daria para usar um por dia, durante um mês, e ainda sobraria.

E por que é que temos a sensação de que não temos calçados (assim como nunca temos roupas)? Bem, porque muito frequentemente compramos coisas que não são exatamente o nosso estilo ou de que não precisamos e, no fim das contas, acabamos usando sempre os mesmos e raramente mais que uma meia dúzia.

Ocorre também que coisas muito exóticas normalmente ficam na moda por muito pouco tempo… ou seja, sua vida útil é muito curta. E um terceiro fator é que nós mudamos ao longo do tempo e, conosco, nosso estilo. E aí o que acontece é que vamos, ao longo dos anos, acumulando essas coisas que não usamos e de que não gostamos (mais) e, por isso, toda vez que olhamos para a sapateira ficamos deprimidas e desesperadas concluindo que não temos nada que preste.

Conclusão nº 2: Calçado não é investimento

Outra coisa que concluí é que não vale a pena pagar caro em calçados. Porque sapatos femininos (com exceção de botas) não foram feitos para durar. Ou seja, um calçado caro durará tanto (tão pouco) quanto um barato. Então, grifes nunca mais. Calçados de verniz também tendem a ficar todos marcados logo, então, não espere tê-los por muito tempo.

Em relação aos saltos, aqui vai um conselho (que aprendi com uma amiga): fuja dos saltos encapados. Qualquer pedrinha vai riscar ou arrancar o revestimento e o sapato já vai ficar com cara de velho.

Resultado

Bem, depois de uma exaustiva tarde de faxinas e reflexões (risos), o resultado foram inacreditáveis 17 pares de calçados separados para doação – além de duas sacolas de roupas que também passaram por uma triagem semelhante recentemente. E, agora, além de ter mais espaço em casa (e uma indescritível sensação de alívio por estar tudo mais limpo e organizado), também tenho mais clareza quanto ao que eu realmente preciso/devo/posso comprar.

Doação

Um volume razoável, não?

E aí, comadres. Vamos desapegar?

Prateleira com caixote de feira – We can do it!

23 out

Dia desses criei coragem, vergonha na cara e mais uns ingredientes para colocar a mão na massa e fazer minhas tão sonhadas prateleiras com caixa de feira. Ficaram lindas. Deu muito trabalho, mas valeu a pena.

Elas ficaram assim:

pratelria pronta

Mas não pense que vieram lindas e vermelhas e foi só fixar na parede. Elas vêm feias, sujas, cheias de farpa e fedendo à fruta. As minhas eu pedi em uma dessas lojas de frutas e verduras, eles costumam deixar que você pegue sem cobrar nada, ou cobram sei lá, R$1, R$0,50. Então, com a caixa em si vc não vai gastar dinheiro.

suja, fedorenta e cheia de farpas

suja, fedorenta e cheia de farpas

Vamos lá, vocês vão precisar de:

Caixas de feira (jura?)

Lixa para madeira número 60 (eu fiz com a 100 e sofri muito) (R$1 cada folha)

Pregos fininhos (eu tinha em casa, mas custa uns R$3 o pacote com infinitos pregos)

Martelo (também tinha em casa, acho que todo mundo tem, né?)

Tinta para fundo à base d’água, eu usei essa da Suvinil (não sei quanto custa pq eu já tinha em casa)

Tinta da cor que você quiser, também à base d’água. Usei essa da Suvinil (paguei R$19 na lata de 1 litro, tem opção de latas menores)

(é importante que a tinta seja á base d’água porque você consegue diluir fácil em água e não em aguarrás que é um produto meio forte, além disso ela não tem cheiro e seca super rápido. custam um pouco mais caro, mas valem um milhão de vezes mais à pena)

Pincel ou rolo par apintar madeira (eu usei pincel pq já tinha em casa)

Para fixar: 

Furadeira

Buchas para os buracos na parede

Parafusos

Chaves (philips ou de fenda, depende do parafuso)

COMO FAZER: 

– Se a caixa vier com cheiro de fruta passe um pano úmido e deixe no sol até secar e sair o cheiro;

– Tome cuidado com as farpas, elas podem machucar muito. Lixe toda a caixa por dentro, por fora, todas as madeirinhas. Lixe bem até saírem todas as farpas, ou você poderá se machucar mais tarde;

– No caso das minhas caixas elas vieram com um espaço meio grande entre as madeirinhas, por isso eu usei uma outra caixa só para tirar as madeirinhas e pregar nos espaços vagos. (para isso os pregos e martelo)

eu, por exemplo, botei toda a família na lida!

eu, por exemplo, botei toda a família na lida!

– Depois de lisinhas comece o processo de pintura. Diz o meu pai que não precisa da tinta branca para fundo, mas eu preferi fazer assim para garantir o vermelho que eu queria. Então pinte toda a caixa com a tinta branca para fazer o fundo. Espere secar totalmente.

Use uma roupa velha, caso você suje de tinta não será um grande problema!

Use uma roupa velha, caso você suje de tinta não será um grande problema!

– Pinte a caixa na cor escolhida. Pode usar os mesmos pincéis, basta lavar com água mesmo, afinal, são tintas à base d’água e não de águarrás. Espere secar totalmente.

– Com uma furadeira faça quatro furos, próximos aos quatro cantos da caixa. É importante fazer quatro furos para elas fixarem melhor na parede.

= Para fixar posicione a caixa no lugar desejado, marque os furos na parede, deixe a caixa do lado esperando e faça os furos nos lugares marcados;

– Não esqueça de colocar as buchas! Aí coloque a caixa e comece a parafusar. Dificilmente você vai conseguir fazer isso sozinho, peça ajuda.

– Pronto! você tem prateleiras lindas e maravilhosas para guardar o que bem entender!

caixas

Elas podem ser usadas para guardar livros, artigos da cozinha, roupas, sapatos…. use a criatividade, reuse, reduza e recicle!

É complicado, mas é muito gostoso de fazer esse processo todo e ver o resultado dão bonito. Vale a pena!

Manteiga Aviação para decorar a casa

8 out

Eu sou alucinada pela tal “Manteiga de primeira qualidade” Aviação. Tipo, dessas que não vive sem. E outo dia percebi que eu sempre jogo as latinhas fora, mas são tão lindas que só então me dei conta do tamanho desperdício. Elas podem ser usadas para um zilhão de coisas, principalmente para dar um toque mais bonitinho com cara vintage na casa.

essa é a latinha nova

essa é a latinha nova

Com certeza não fui a primeira a pensar nisso, tanto que a lata antiga (eu nem lembro dela) pode ser encontrada à venda na internet por verdadeiras fortunas. Tipo, R$80 numa lata vazia! Pois bem, separei algumas imagens de como as latinhas da saborosa manteiga Aviação podem ser usadas, como utilidade e decoração.

Na estante dos livros como "porta qualquer coisa que caiba ali dentro"

Na estante dos livros como “porta qualquer coisa que caiba ali dentro”

Achei linda essa ideia de fazer velas na latinha, de quebra pode ser usada como aromatizante

Achei linda essa ideia de fazer velas na latinha, de quebra pode ser usada como aromatizante

Essas latas são as antigas, ficam lindas como vasos de plantas, mas as novas pequetitas podem ser usadas da mesma forma para plantinhas menores

Essas latas são as antigas, ficam lindas como vasos de plantas, mas as novas pequetitas podem ser usadas da mesma forma para plantinhas menores

aqui de novo como vasos par planas

aqui de novo como vasos par planas

amor demais pra uma foto só

amor demais pra uma foto só

Curiosidade, em 90 anos a lata da manteiga Aviação só foi trocada uma vez. Acho que por isso tanto apego à lata antiga…

Gostaram da ideia? Vão passar a olhar as latinhas com mais carinho de agora em diante?

 

Flan de Chocolate supimpa!

6 out

Ando me arriscando na cozinha nos últimos tempos e até que têm dado certo. Dia desses queria fazer um flan de chocolate, procurei receitas na inernet e acabei não seguindo nenhuma, peguei uma dica de cada e criei a minha. Por isso compartilho com vc´s.

flan

Você vai precisar de: 

10 colheres de sopa de chocolate em pó (não achocolatado)

1 Caixa de leite condensado

1 Caixa de Creme de leite (se quiser pode ser sem soro)

200ml de leite (eu usei a caixa do leite condensado como medida)

1 pacote de gelatina sem sabor

 

Como fazer: (é muito fácil)

Dilua a gelatina sem sabor em 200ml de água morna (e não como diz na caixinha). Coloque tudo no liquidificador: leite condensado, creme de leite, gelatina diluída, chocolate. Bata tudo até formar um creme meio molengo, coloque num recipiente (eu usei uma forminha de silicone para poder desenformar depois) qualquer que você tenha em casa e leve para a geladeira. Em 2, 3 horas vai estar pronto para ser cortado. Fica uma delícia.

Essa receita custou menos de R$15 e rendeu mais de um litro.

 

Organizando acessórios

28 jul

Minhas quinquilharias estão tomando conta do meu quarto, então precisei dar um jeito de organizar as coisas e acabei pendurando tudo na parede!

Nas lojinhas e R$1,99 tem uma infinidade de opções para que a gente possa organizar melhor o quarto sem gastar muito. Dia desses passei por uma e comprei uma série de cabidezinhos adesivos e com ventosas que têm estão sendo fundamentais para a organização do meu quarto. 

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Os cabidezinhos com ventosas eu prendi todos no espelho, eles ficam bem fixos e mesmo com o peso dos cachecóis eles não caem. A vantagem é que quando chegar o verão eu posso simplesmente esconder tudo novamente. E fica ótimo de visualizar as peças na hora de usar. 

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Os golfinhos adesivos além de muito bonitinhos aguentaram o peso dos colares. Também fica bem mais fácil de escolher do que quando eram guardados dentro da caixinha de bijuteria. 

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E para os lenços eu fixei um cabide na porta, ele vem com miniparafuzinhos que a gente mesmo pode instalar, nem precisei da ajuda do pai! \o/

 

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